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Na Bienal, Gregório Duvivier e Antônio Prata debatem literatura e política no Cubovoxes

09/09/2015

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Nesta quarta, os autores conversaram no espaço jovem da Bienal. Programação teve ainda debates sobre música e sexo Na tarde desta quarta-feira, dia 9, a 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que acontece no Riocentro, recebeu Antonio Prata e Gregório Duvivier. Com o tema Sociedade, política e criação literária e mediação de Simone Magno, os escritores conversaram sobre inspiração para suas crônicas e responderam às perguntas da plateia, predominantemente jovem.

O cofundador do Porta dos fundos negou a pretensão de formar opiniões e ainda se posicionou em relação aos limites do humor. “Acho que o humor tem de ser responsável, mais do que ilimitado. Sou a favor da responsabilização do humorista”, defendeu o ator. Prata concordou: “A piada é uma coisa muito séria, mas concordo com o Gregório. As coisas deveriam poder ser ditas”, disse ele, que é um dos colaboradores da novela A regra do jogo.

Também no Cubovoxes, três jovens escritoras e moradoras de periferias cariocas encantaram o público esta tarde com uma conversa descontraída sobre sexualidade. Joana Ribeiro, Ana Paula Lisboa e Jeosanny Kim têm em comum a liberdade de escrever sobre sexo.

Estudante de jornalismo, Joana é blogueira do Cafezinho da Tarde, onde escreve poesias e crônicas eróticos. Ana e Jeosanny são da Agência de Redes para a Juventude e abordam o tema de maneiras bem peculiares: a primeira, em menor intensidade, em suas crônicas de dia a dia. Já Jeosanny, responsável pela personagem Xota-K no Facebook, tem realizado workshops, exposições e participado de saraus pela cidade.

Outra programação de grande sucesso aconteceu no Conexão Jovem, que recebeu Carina Rissi para um bate-papo com seus leitores. No encontro, a escritora conversou sobre o lançamento do livro Destinado, terceiro da série Perdida, e o projeto de adaptação de seu primeiro livro em longa-metragem. “Estamos fechando com uma produtora internacional, da qual ainda não posso revelar o nome, mas devemos começar a gravar ano que vem.” Carina tem quatro livros publicados e já vendeu, no total, mais de 170 mil exemplares.

Nos 450 anos do Rio, o Café Literário apresentou uma aula sobre a história da música que canta a cidade e seus personagens. A mesa reuniu os estudiosos e pesquisadores Rosa Maria Araújo, Frederico Coelho e Wagner Homem. A mediação ficou por conta do jornalista Hugo Sukman, da Fundação Roberto Marinho.

O bate-papo teve direito a setlist comandado por Rosa Araújo, que abordou o cronograma histórico e a temática de marchinhas de carnaval entre 1930 e 1970, que em sua maioria exaltam à cidade, denunciam o Rio e falam do olhar do estrangeiro. “A marchinha é uma crítica bem-humorada à cidade”, ressaltou.

Frederico, por sua vez, falou sobre a sua obra Lado B Lado A, dedicada ao terceiro álbum do grupo O Rappa, que faz uma analogia à cena sociopolítica da cidade ao final do século 20. Wagner abordou a temática da nacionalização das músicas cariocas e enfatizou a história por trás das canções, arrancando risadas da plateia.

Fotos em https://www.flickr.com/photos/101023397@N04/.

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