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Unidos pela literatura

05/08/2015 via Cultura

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Unidos pela literatura

Bienal do Livro. Argentina será  o país homenageado na 17ª edição  do evento, que acontece em setembro e espera atrair 600 mil pessoas. Mauricio de Sousa receberá  prêmio como parte  das comemorações  dos seus 80 anos.

Se no futebol existe rivalidade, no campo da literatura os brasileiros e os argentinos acabam de firmar uma parceria. A Argentina será o país homenageado da 17ª Bienal do Livro do Rio, que acontece entre 3 e 13 de setembro, no Riocentro, na Barra da Tijuca. Os ingressos já estão a venda, por R$16, no site ingressorapido.com.br

Um espaço de 400m², que fará alusão às geleiras da Patagônia, abrigará debates que vão desde a situação do mercado editorial até a questão das Malvinas. “É uma forma de agradecimento ao Brasil, que desde o início apoia a soberania argentina sobre as ilhas”, disse Gonzalo Entenza, conselheiro da Embaixada Argentina, durante o lançamento da programação, na manhã de ontem. Além do estande, serão  promovidos dois shows de tango e quatro exposições  espalhadas pelo Rio.

O autor homenageado, por sua vez, será Mauricio de Sousa, que em outubro comemora 80 anos. Ele receberá o Prêmio José Olympio, oferecido a personalidades e entidades empenhadas na promoção literatura.

Diferentes espaços
A novidade deste ano é o SarALL, realizado com a Flupp (Festa Literária dasPeriferias), em que o poetas e grupos de saraus trocarão experiências.

No “Café Literário”, convidados debaterão aspectos da cultura, como a polêmica das biografias não autorizadas.

O “Bamboleio” promete atrair crianças. Já o “Cubovoxes” promoverá discussões com jovens sobre tendências de pensamento.

Haverá também  um espaço de contato entre os profissionais do mercado editorial e sessões de “Encontro com Autores”, para aproximá-los do público. “Alguns escritores viram celebridades”, orgulha-se Marcos Pereira, que participa da comissão organizadora da Bienal.


DE FRENTE COM O PÚBLICO

Mais de 200 autores já estão confirmados para a 17ª Bienal do Livro – um recorde.
Destes, 27 são estrangeiros, sendo  14 argentinos. Veja  alguns  destaques:

Laurentino Gomes
O paranaense já ganhou quatro vezes o Prêmio Jabuti, com os livros ”1808” e “1822”, que abordaram  momentos históricos  do Brasil. Sua terceira obra “1889”, trata sobre a Proclamação  da República. Ela já anunciou que a próxima trilogia abordará a escravidão.

Thalita Rebouças
A carioca  é sucesso  entre  o público jovem, com livros publicados em toda  a América Latina e em Portugal. Ao participar da Bienal de 2001. Com livros “Traição entre amigas”, recorreu  ao seu  lado atriz para chamar a atenção do público – e deu certo. “Tudo Por Um Pop Star” e “Fala Sério, Mãe!”  são alguns de seus best-sellers.

Eduardo Sacheri
O argentino publicou o romance “La pregunta  De Sus Ojos”, que ganhou adaptação cinema(“O Segredo  dos Seus Olhos”) e foi premiado com Oscar de melhor filme estrangeiro de 2010. “Araóz Y La Verdad” foi adaptada para o teatro. Sua obra já foi traduzida para mais de 20 idiomas e fez parte de campanhas de estímulo à leitura.

Julia Quinn
Nascida em Nova York (EUA), já vendeu mais de 8 milhões de exemplares, traduzidos para 26 idiomas – somente a série “Os Bridgertons” atingiu a marca de 3,5 milhões. Formada pelas universidades Harvard e Radcliffe, foi a autora mais jovem  a entrar para a Galeria da Fama dos Escritores Românticos  dos Estados Unidos.



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