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Henrik Fexeus, o maior mentalista na atualidade, fala sobre como a linguagem corporal pode influenciar na leitura do outro

Famoso por dominar a arte de ler mentes, o sueco Henrik Fexeus atraiu uma plateia ansiosa por ver sua habilidade de mentalista na tarde desta sexta-feira, no primeiro dia da Bienal do Livro Rio. Numa conversa mediada pela escritora Suzana Pires, na Arena #SemFiltro, o autor e apresentador de TV falou sobre empatia, manipulação e comportamento humano. E afirmou: “qualquer um pode ser mentalista”.

“Se eu não achasse que fosse uma qualidade acessível a todos, não haveria propósito em eu escrever livros”, disse, ressaltando que não se trata de um superpoder.

Além de discorrer sobre o livro e a carreira, o escritor sueco falou  sobre seu talento em prever as intenções humanas através da observação e terminou com um número interativo com a plateia. O evento contou com tradução simultânea e de linguagem de libras.

Fexeus ressaltou a importância da linguagem corporal, da comunicação não-verbal e da manipulação para as relações humanas e para a aproximação das pessoas através da empatia.

“O que faz as pessoas felizes é a relação delas com as pessoas próximas. E nunca fomos tão pobres quanto hoje em relação a isso”, disse.

A empatia, segundo o autor, deve ser pautada na sinceridade.

“Não é necessariamente uma estratégia, mas uma ferramenta. Muitas vezes, falar com sinceridade nem sempre significa falar bem, pois daí podem surgir situações de tensão, atrito. Conhecer bem a linguagem resulta em boa expressão”, afirmou o sueco, autor de livros sobre linguagem não verbal.

Henrik Fexeus explicou como identificar as pessoas como visuais, auditivas ou cinéticas ajuda a entender coisas sobre elas, o que elas gostam e como elas entendem o mundo.

“O gosto pelo cinema, séries ou por um podcast pode revelar que tipo de pessoas somos”, ensinou.

Ao longo da discussão, Suzana Pires questionou sobre como funciona a “manipulação de mentes” e de que forma é possível exercer influência sobre alguém.

“Em primeiro lugar, temos que discutir o que é o conceito de manipulação. Se eu te digo ‘oi’, obviamente antecipo que você vai me responder, e isso é uma forma de antecipação, de influenciar e manipular, portanto. Manipular não necessariamente é uma coisa ruim, a questão central é qual sua intenção”, pontuou Fexeus.

A sedução foi um tópico da conversa. “Ao nos atrairmos por alguém, tendemos a olhar os olhos, a boca e o nariz. Sabendo disso, se numa conversa alguém olha diretamente para a boca de alguém, ela começa a perceber isso e pode pensar que de repente eu estou atraído por ela. E todos gostamos de nos sentir interessantes. Ao considerar isso, abre-se a possibilidade de que ela se interesse por você”.

O encontro terminou com um número de adivinhação no qual, através de perguntas que estimulavam a linguagem corporal, Henrik Fexeus adivinhou entre voluntários da plateia quem tinha escolhido uma bola de cor preta num saco com bolas negras e douradas.

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30/08/2019

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