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Bienal nas Escolas: Thalita Rebouças visita escola na Vila Cruzeiro

A ensolarada manhã de inverno desta quinta-feira, dia 11, começou animada na Escola Municipal Bernardo de Vasconcellos, na Vila Cruzeiro, Penha, zona Norte do Rio de Janeiro. Foi lá que aconteceu o segundo encontro do projeto Bienal nas Escolas, criado pela Bienal Internacional do Livro Rio, com o propósito de incentivar o hábito da leitura para mudar o país. A escritora Thalita Rebouças visitou a escola e conversou com uma plateia de mais de 150 adolescentes sobre temas de seus livros, como bullying.

“É fenomenal participar de uma ação tão linda quanto a Bienal nas Escolas”, festeja Thalita. “Poder entrar em contato com um colégio que reuniu seus alunos para estarem comigo e promoveu um concurso de redação no qual eu tive de ser a julgadora me faz sair daqui com o coração cheio de alegria”, derrete-se. Para Thalita, jovem não gasta sorriso à toa: “Eles são intensos, genuínos e sinceros. Nunca quero deixar de escrever para eles. Formar leitores é algo que me orgulho muito”. A escritora tem certeza que ler tira “a gente da casinha”. “Passamos a saber lidar melhor com algumas situações. Eu não ensino ninguém a pensar, faço com que tirem suas próprias conclusões”.

Quem saiu com os olhos marejados e a felicidade estampada no rosto foi a aluna do oitavo ano, Ludmylla Sodré, 13 anos. Ela venceu um concurso de redação e recebeu como prêmio o livro “Ela disse, ele disse”, especialmente autografado por Thalita. “Não acreditei quando ouvi o título da minha redação ser chamado. Já sigo ela há muito tempo, desde quando eu era bem pequena. É muito emocionante ela ter escolhido a minha história. Depois de hoje, tenho mais certeza que quero escrever, que eu gosto disso”.

Outra fã de Thalita, a professora de português Ane Caroline, 30 anos, chegou às lágrimas ao contar sua história para a escritora: “Conheci seus livros aqui na escola. No mesmo ano fui à Bienal, mas não consegui falar com você“, contou ela. Para Ane, acompanhar a Bienal vir até o colégio é sensacional: “Mesmo os alunos que vão à Bienal não conseguem ter esse contato com os escritores. E o que vimos aqui hoje foi uma manhã que vai ficar na memória desses adolescentes”.

Pela primeira vez, a Bienal extrapola os pavilhões do Riocentro em uma iniciativa social que vai levar autores brasileiros às escolas municipais, fruto de uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio. Segundo o gerente de Marketing e Conteúdo da Bienal, Bruno Henrique, o festival e apresenta como uma plataforma de conhecimento e conteúdo, para que os estudantes descubram infinitas possibilidades de sonhar, através dos livros e histórias.

“Há uma grande preocupação para que todos os professores e estudantes da rede pública tenham acesso à Bienal como sendo um local de aprendizado. Por isso, também fizemos o caminho inverso e, pela primeira vez, decidimos levar autores para uma troca de experiências nas escolas, provocando o envolvimento dos alunos com a Bienal antes do festival em si. Nosso objetivo é que esse se torne um projeto permanente do evento”, afirma Bruno.

O primeiro encontro contou com a presença da jornalista Miriam Leitão. Em agosto, o projeto volta às escolas juntamente com o retorno das aulas e vai levar nomes como Natalia Arcury, Ana Maria Machado e Letícia Braga para visitar algumas unidades de educação do município.

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16/07/2019

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