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Bienal traz referências ao gênero K-pop e autores coreanos
Neste domingo, Babi Dewet estará na Arena #SEMFILTRO

Desde o primeiro dia do festival, os adolescentes circulam pelos pavilhões da Bienal do Livro Rio atrás de seus ídolos pop e influenciadores. A música coreana, por exemplo, mais conhecida como K-pop, faz sucesso no mundo todo, mas não somente isso. Nesta edição da Bienal, os escritores Kim Ki-taek, autor do livro de poesias Chiclete (7Letras) e Kang Byoung Yoong, autor do romance Pepino de Alumínio (Topbooks), lançaram seus títulos em um encontro com Park Min-gyu, ficcionista ainda inédito em nosso país, e com a escritora e blogueira Raffa Fustagno, da Menina que Comprava Livros, que foi a mediadora do bate-papo.

Nova voz na poesia, o autor de “Chiclete”, recém-traduzido para a língua portuguesa, se diz surpreso com a fama. “Eu acho que começaram a perceber que a cultura oriental e a maneira asiática de contar histórias tem muito a oferecer. Quem não conhece nada da cultura coreana pode se interessar”, conta Kim Ki-Taek.

Rodeados de fãs, jornalistas e autores brasileiros, eles contaram que a distinção das culturas não atrapalha o envolvimento do leitor com a história, e sim propõe uma experiência cultural homogênea do ocidente com o oriente.

Com elogios à obra de Jorge Amado “Gabriela, Cravo e Canela”, Park Min-gyu explica que a literatura é um retrato de um povo e, a partir da minuciosidade da narrativa, é possível entender – ou tentar – conhecer o seu universo e vivências. “As histórias contadas pelos brasileiros são tão interessantes quanto seu povo. Queria que mais exemplares da literatura brasileira fosse traduzida pelo coreano”, falou o escritor.

Kang Byoung Yoong, não estranhou a receptividade dos brasileiros. “Há dois anos escolhi esse país para um dos meus personagens visitar em sua jornada. Nunca imaginaria um lugar tão amável como é”, disse o autor de “Pepino de Alumínio”, romance que homenageia um roqueiro russo de origem coreana.

Novas narrativas

Durante a conversa, a escritora brasileira Marina Carvalho, que está lançando o romance “Um dorama para chamar de meu” (Astral Cultural), contou que conheceu a cultura coreana assistindo séries: “Sou inspirada a escrever sobre o que me fascina, mas jamais imaginei desenvolver uma narrativa com um personagem coreano e que fosse tão amado pelos brasileiros”, conclui.

Neste domingo, a influenciadora Babi Dewet, fã de K-pop e uma das disseminadoras deste estilo no Brasil, participa da mesa Lendo a juventude, na Arena #SEMFILTRO, com Bruna Vieira, Matheus Rocha e Bel Rodrigues. O encontro é 17h, no pavilhão Verde.

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07/09/2019

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